A influência do pai na sexualidade feminina

A influência do pai na sexualidade feminina

Um estudo feito pela pesquisadora americana Danielle Del Priore, com 202 mulheres - irmãs, entre 18 e 36 anos, filhas da mesma mãe e de pais diferentes, constatou que duas mulheres, com genética semelhante e que foram criadas sob condições ambientais similares, podem diferir em seu comportamento sexual.

Ela descobriu que, quando uma irmã crescia com um pai ativo e caloroso e a outra era criada em um lar desfeito, ou quando o pai ficava menos presente, a primeira cresceu evitando o sexo desprotegido e promíscuo, enquanto a última costumava ser mais liberal e despreocupada. Embora DelPriore  tenha examinado vários fatores externos - incluindo relacionamentos com mães - um dos aspectos que mais chamou a sua atenção, no que tangia a decisão sexual dessas mulheres, era o quão perto elas se sentiam de seus pais.

DelPriore sugere que as filhas “aprendem” com os pais mais ausentes que elas não devem esperar que os homens invistam significativamente em relacionamentos de longo prazo e assim elas se contentam com casamentos arriscados e relacionamentos mais superficiais.

"Também é possível que filhas com pais ausentes, recebam menos monitoramento dos pais e tenham maior probabilidade de se unirem a parceiros sexualmente promíscuos", diz ela. "Por outro lado, ter um pai que é caloroso e envolvido pode proteger contra esses resultados."

Outros estudam demonstram que as crianças precisam de uma referência masculina forte e presente, que não necessariamente precisa ser o pai biológico ou adotivo. O que nos faz refletir sobre como o comportamento de todos que estão envolvidos com uma criança é fundamental para o seu desenvolvimento.

Marque aqui um pai de menina!