Cigarros eletrônicos: a nova ameaça entre os jovens

Cigarros eletrônicos: a nova ameaça entre os jovens

Cresce o número de jovens que consomem os chamados e-cigs, cigarros eletrônicos, que foram criados (a primeira versão em 1963) com o intuito de ajudar fumantes a largarem o vício. O alerta foi dado e está sendo considerada uma epidemia nos EUA.

No Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), 75% dos adolescentes do ensino médio admitiram que já fizeram uso de algum tipo de cigarro eletrônico entre os anos de 2017 e 2018. Entre os alunos do ensino fundamental, o número atinge quase 50%.

A grande discussão sobre o tema é que o produto causa danos sim para a saúde e não é tão "inofensivo" como tem sido divulgado em grandes campanhas publicitárias e de marketing. A imagem que a indústria do tabaco quer vender é completamente enganosa, sendo que os e-cigs tem grande apelo entre os jovens porque tem a opção de escolher sabores e toda a tecnologia por trás, como modelos coloridos, parecidos com pendrives e recarregáveis via USB.

O Brasil proibiu a fabricação e a importação do cigarro eletrônico no ano de 2009. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2012 a indústria entrou com uma ação questionando a constitucionalidade da Anvisa para regular produtos de tabaco e a pauta está sendo discutida.

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