Introdução alimentar e consequências nos hábitos alimentares saudáveis

Introdução alimentar e consequências nos hábitos alimentares saudáveis

A Organização Mundial da Saúde recomenda que a partir dos seis meses de vida seja introduzido outros alimentos além do leite materno na alimentação da criança. A partir desta idade, a alimentação tem a função de complementar a energia e outros nutrientes necessários para o crescimento saudável e pleno desenvolvimento das crianças.

A introdução alimentar é um momento de aprendizado para o bebê, com reflexos a curto e longo prazo. Se a alimentação for inadequada nessa fase, será mais difícil mudar os hábitos depois, por isso, esse momento deve ser feito com muito cuidado, amor e atenção. As crianças aprendem pelo exemplo e pela imitação, dessa forma, os pais, cuidadores e adultos de referência construirão o hábito alimentar das crianças.

É preciso respeitar o período de adaptação aos novos alimentos. Até os dois anos a criança aprende os sabores. Quando faz cara feia ou cospe o alimento é porque ainda não está acostumada à deglutição. Nutricionistas e pediatras afirmam que o alimento deve ser oferecido de oito a dez vezes para que o alimento seja aceito e incorporado à dieta da criança, assim, ela se acostuma com novos sabores e texturas. Para facilitar a aceitação de uma alimentação variada, a criança deve ser exposta, em tempo oportuno, aos diferentes tipos de alimentos ainda no primeiro ano de vida.

A preferência por determinado tipo de alimento decorre de um processo de aprendizagem, dessa forma, as crianças aprendem a ter maior preferência pelos alimentos que são oferecidos com maior frequência. É importante destacar que a insistência deve ser positiva, sem forçar. Devemos respeitar a quantidade desejada pela criança e tornar a refeição um momento tranquilo, de prazer e bem-estar.


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