O adoecimento feminino

O adoecimento feminino

Houve um tempo no desenvolvimento da humanidade em que as doenças femininas se restringiam aos temas ginecológicos ou algo que girasse em torno disso.

Hoje falamos no “adoecimento feminino” muito mais com questões no que tangem os assuntos da alma, do emocional, do inconsciente e é por isso que, para alguns, é tão difícil compreender os questionamentos que só a alma de uma mulher abriga.

O jeito prático e didático como os homens resolvem suas questões (que eu confesso que eu invejo de vez em quando) não abre espaço para todas essas ramificações que vivenciamos. Mas essa é a nossa força e a nossa beleza; é justamente o que nos diferencia. Temos que aprender a valorizar e usar toda essa energia (mesmo quando ela aparece em forma de angústia ou medo) para nos impulsionar a mudar nossos próprios vícios e padrões.

Uma lagarta só atinge seu propósito quando cria e fortalece suas asas. Mas a sua trajetória exige esforço. Assim com nós mulheres que temos a possibilidade de “renascer” depois de viver ciclos nos relacionamentos, na carreira, na maternidade e na vida como um todo.

O que é mais importante, eu diria fundamental,  é avaliar os aprendizados de cada ciclo e como num lindo mosaico, compor as suas experiências e usar isso para ser uma pessoa melhor a cada dia, para você mesma.


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