O círculo vicioso da autocrítica

O círculo vicioso da autocrítica

Quando tudo vai bem é mais fácil usar a autocritica de forma positiva e produtiva para avaliar o que poderia ter sido melhor. Mas quando tudo vai mal e estamos descontentes com os resultados de alguns acontecimentos externos ou internos, a autocritica surge como aquele famoso game dos anos 80, o Pack-man – que devorava todas as bolinhas a sua frente. É essa a impressão que se tem com os pensamentos que surgem seguidos de autojulgamento e culpa, como se todas as nossas atitudes em relação aquela situação tivessem sido erros imperdoáveis e que trarão consequências devastadoras.

Essas armadilhas nos cercam em casa com os filhos, no trabalho, nas relações com amigos e até mesmo na relação ao corpo e a saúde. Mas como sair desse looping? A primeira resposta (não necessariamente a que você gostaria de ouvir) é que não existe fórmula milagrosa nem receita de bolo. Esse é um processo delicado que envolve força de vontade e autoconhecimento para se desconectar das situações e enxergá-las sob uma ótica mais positiva e realista.

Essa postura que assumimos conosco é algo cruel e não atinge o epicentro do problema, ou seja, não ajuda em nada. O primeiro passo é refletir profundamente sobre você e separar o “joio do trigo”. Identificar o que é realidade e o que é pensamento tóxico. Crie frases verdadeiras e encorajadoras sobre você mesma e as repita para internalizar o quanto você é boa e bem intencionada no que faz.

Acolha o seu momento de fraqueza, compreenda que isso é normal e vire a página se abrindo para o novo.


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