O mito da Fênix e o poder materno

O mito da Fênix e o poder materno

Carl Gustav Jung explica no seu livro “Símbolos da transformação” que o ser humano e a ave Fênix tem muitas coisas em comum e ressalta essa semelhança porque essa criatura fantástica morre e dos seus próprios restos emerge numa versão mais poderosa de si.

E assim desde a gestação quando inicia-se uma transformação no corpo e na alma. A passagem da morte de uma mulher e do nascimento de uma mãe, que surge mais intensa e iluminada.

Diz a mitologia que suas lágrimas eram medicinais, que ela tinha muita resistência física, controle sobre o fogo e uma sabedoria infinita. Ela também é conhecida por sua intensa força, que lhe permite levar consigo fardos de grande peso; segundo alguns contos, seria capaz de transportar inclusive elefantes.

Embora seja um olhar poético é muito coerente quando se compara ao papel de uma mãe, que a cada fase do desenvolvimento dos filhos, precisa se renovar e carregar fardos para dar conta de tantas pressões e demandas do cotidiano.

Se você está vivendo uma fase desafiadora, encare como uma oportunidade de recomeçar e renascer. Lembre-se dessa figura que representa o sol que nasce e morre todos os dias no horizonte.


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